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    Cupim, praga ou não?

    PROGRAMA SMARTCAT DE CONTROLE DE CUPINS

    Este Programa tem como objetivo solucionar um problema complexo, cujo sucesso está intimamente relacionado ao conhecimento e uma análise criteriosa de cada caso. É necessário, portanto, antes, realizar a correta identificação da espécie e avaliar o dimensionamento de seu ataque.

    Identificada a espécie o controle pode ser realizado através dos seguintes tratamentos:

    Cupim de Madeira Seca

    O tratamento recomendado é o tratamento curativo localizado, realizado diretamente nos móveis, objetos de madeira e demais madeiramentos onde foram identificados os focos de cupins, utilizando-se formulações cupinicidas específicas aplicadas de forma correta, por meio de equipamentos adequados.

    Cupins Subterrâneos, Arborícolas e de Solo

    Para estas três categorias de cupim o tratamento pode variar de acordo com o diagnóstico realizado, pois envolve desde a identificação da espécie, bem como a sua abrangência e o detalhamento de todo o estabelecimento, situações estas que devem ser analisadas isoladamente, apresentando-se o tipo de tratamento mais adequado de acordo com cada realidade. Os tratamentos podem ser os seguintes: tratamento curativo localizado; localização e eliminação de colônias (quando possível), barreiras químicas com fins curativos e preventivos, sendo que para este último, devem ser avaliadas todas as condições ambientais existentes, como exemplo a presença na fauna local, de inimigos naturais que servem de barreira biológica, e que poderiam vir a ser eliminadas com a realização de barreira química preventiva. Em cada tratamento citado, as formulações cupinicidas devem ser aplicadas de forma correta obedecendo às recomendações levantadas no diagnóstico ambiental e por meio de equipamento adequados.

    Portanto, o controle efetivo de cupins não é simplesmente fazer furos e/ou trincheiramentos para aplicação de calda cupinicida, mas sim ter um Programa com profissionais preparados a diagnosticar corretamente o problema, levantando todas as possíveis variáveis do estabelecimento e ambientais para adequação à realidade de cada ambiente.



    CURIOSIDADE DO SMARTCAT:

    “Cupim amigo”

    A grande maioria das espécies de cupins não causa qualquer prejuízo à humanidade, sendo que no Brasil somente 10 espécies parecem ser pragas efetivas e comuns em áreas urbanas no Brasil, atacando edificações em geral. O cupim é útil, pois ele degrada a madeira em ritmo acelerado, o que outros organismos demorariam muito mais, além de degradar restos vegetais como raízes, rizomas e outros. É benéfico para o solo, pois sua ampla rede de túneis subterrâneos pode garantir a manutenção da aeração e porosidade do solo, aumenta sua capacidade de drenagem, redução da compactação e aumento de sua maciez, aumento do transporte de partículas entre os diferentes horizontes do solo, garantindo uma distribuição rápida de matéria orgânica e mineral.

    Além de todas essas utilidades para o solo, os ninhos de cupins servem de abrigo não somente para eles, mas para uma diversidade de outras espécies de insetos e até mesmos pequenos vertebrados, que passam a utilizar quando inabitadas ou mesmo quando há invasão de parte deste, podendo até mesmo servir de moradia para diferentes espécies ao mesmo tempo, contribuindo para o equilíbrio ecológico local.

    E o mais importante, as diferentes espécies de cupins competem entre si, sendo inimigas em um mesmo ambiente, pois demarcam território e não toleram intrusão de outra espécie, ou seja, havendo uma população de cupins nativos (não praga) em determinado solo (comuns em áreas com vegetação preservada), uma espécie praga não consegue se estabelecer, pois a presença dos cupins não praga serve de barreira biológica. Desta forma, qualquer tratamento químico no solo realizado de forma equivocada, sem um correto diagnóstico ambiental, pode destruir essa barreira biológica natural, contribuindo não só para o desequilíbrio da fauna local, como para uma posterior não proteção por essa barreira natural, principalmente em caso de tratamento químico do solo realizado incorretamente, que pode gerar falhas por onde a infestação de cupim praga pode invadir o estabelecimento

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    Assim, antes de qualquer tratamento preventivo no solo, é primordial que seja realizado um correto diagnóstico ambiental, através de um profissional devidamente capacitado para diferenciar corretamente um cupim praga de um cupim não praga, e aí sim poder recomendar o tratamento mais adequado e que condiz com a realidade ambiental. CHAME A SMARTCAT!